KUNG-FU | Parla-Solos

Renata Portas

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Drama
Maiores de 16
90 minutos

Sinopse

“Para mim representar é um combate. É kung-fu. Um combate contra si mesmo.” Kung-Fu, o solo autobiográfico de Dieudonné Niangouna, dramaturgo, encenador e ator congolês, testemunha o teatro como uma arte marcial, uma arte de combate: “É a fight.” Terão sido palavras como estas que, há mais de dez anos, Renata Portas ouviu na FLUP, quando Niangouna falava sobre como o teatro lhe salvara a vida. “Onze anos mais tarde, li várias peças e esta atravessou-me pelo nome, primeiro (imagens na retina: Bruce Lee, mais tarde, Tarantino, filmes com pipocas, a infância, carros e Steve McQueen).” Uma afinidade revelou-se assim, uma vez que o herói de Kung-Fu é um contador de histórias de filmes (não só de kung-fu, mas especialmente), de mil aventuras vividas ou fantasiadas, um homem-palavra. “Depois de tanto contar filmes, acabei por me contar a mim próprio.” O Kung-Fu de Renata Portas, com Diogo Tormenta a encarnar o solo, leva-nos a participar do combate, a insistir no teatro. “A vida é o que eu ponho no palco. Falar de dentro de mim. Falar fora de mim. Para falar às pessoas.”

Ficha Técnica

Data de Estreia
28/08/2026
Encenação
Renata Portas
Texto
Dieudonné Niangouna, Renata Portas
Companhia
Público Reservado

Informação Técnica

interpretação Diogo Tormenta tradução Regina Guimarães apoio ao movimento Isabel Ariel desenho de luz Rui Azevedo, Renata Portas figurinos Público Reservado fotografia João Coles grafismo e comunicação lina&nando produção executiva Carla Gomes