Auto da Barca do Inferno | Gil Vicente

Marta Pazos

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Drama
90 minutos

Sinopse

Depois de morrerem, um Fidalgo, um Onzeneiro, um Parvo, um Sapateiro, um Frade, uma Alcoviteira, um Corregedor, um Procurador, um Enforcado e quatro Cavaleiros chegam a um cais e encontram um Anjo e um Diabo, que os transportarão ao seu derradeiro destino: o Paraíso ou o Inferno? O que dizem ao Anjo para o convencerem a levá-los para o desejado Paraíso? Como tentam escapar ao Diabo? E o que realmente terão feito em vida para merecerem um ou outro destino? O Teatro Nacional São João convidou Marta Pazos, encenadora, cenógrafa, artista visual e nome central da cena contemporânea espanhola, para reativar a exultante herança de Auto da Barca do Inferno (1517), de Gil Vicente, ponto nevrálgico do repertório teatral português, com mais de quinhentos anos de atualidade. Nesta visitação dos anjos e dos demónios vicentinos, a artista convoca a dança e as artes visuais, propondo-nos um espetáculo colorido e luminoso, uma festa dos sentidos, capaz de reavivar toda a potência popular do auto. “À barca, à barca, boa gente, que queremos dar à vela! Chegar a ela! Chegar a ela!”

Ficha Técnica

Encenação
Marta Pazos
Texto
Gil Vicente

Informação Técnica

encenação e dramaturgia Marta Pazos coreografia Victor Hugo Pontes cenografia F. Ribeiro figurinos Agustín Petronio composição musical e sonoplastia Hugo Torres desenho de luz Cárin Geada desenho de som Joel Azevedo assistência de direção Joana Neto assistência de coreografia Cátia Esteves apoio vocal Ana Celeste Ferreira consultoria literária José Augusto Cardoso Bernardes interpretação Ana Afonso Lourenço, Carla Bolito, Daniel Silva, Gaya de Medeiros, Guilherme Leal, Joana Carvalho, José Santos, Marco Olival, Patrícia Queirós, Pedro Almendra, Pedro Frias, Tiago Araújo produção Teatro Nacional São João em coprodução com Centro Dramático Galego