
A Casa Morreu — Diário De Uma República III
Fernando Giestas
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|Drama
75 minutos
Sinopse
A habitação não anda direita, apesar de ser um direito. Há casas sem gente, há gente sem casa, há casas onde não cabe mais gente. A habitação-negócio é a negação da casa-lar. Morreram as casas como as conhecíamos. O que fazer perante isso? Colocar os dedos todos na ferida. Fazer doer ainda mais. Esta é a III edição de Diário de uma República, projeto de Teatro e Fotografia (2020 - 2030) da Amarelo Silvestre.
Diário de uma República (DR) é um olhar-ver artístico, através do teatro e da fotografia, atento ao que vão sendo as pessoas e as paisagens de Portugal, entre 2020 e 2030. A este projeto da Amarelo Silvestre juntam-se os fotógrafos Augusto Brázio e Nelson d’Aires. A I edição de DR, dedicada à Justiça, estreou em 2021, com residências de fotografia em 2020/2021. A II edição, dedicada ao Trabalho, estreou em 2023, com residências de fotografia em 2022/2023. A III edição estreia este ano, com residências de fotografia em 2024/2025, e é dedicada à Habitação.
Ficha Técnica
- Encenação
- Fernando Giestas
- Companhia
- Amarelo Silvestre
Informação Técnica
Apoio Direcção artística Rafaela Santos
Fotografia Augusto Brázio, Nelson d'Aires
Interpretação Daniel Teixeira Pinto, Fernando Giestas e Rafaela Santos
Apoio movimento Pietro Romani
Cenografia Henrique Ralheta
Desenho de luz Guilherme Pompeu
Música José Pedro Pinto e Leonardo Outeiro
Operação técnica Marlene Ramos
Operação som Leonardo Patrício
Consultoria artística Alex Cassal e Fernanda Eugénio
Equipa Amarelo Silvestre Marlene Ramos e Susana Figueira Henriques (Produção Executiva), Carla Ramos (Gestão), Cátia Veloso Marques (Mediação), Maria Inês Santos (Redes Sociais)
Produção Amarelo Silvestre
Coprodução Cineteatro Louletano
Residências artísticas Almada (Companhia de Teatro / Festival de Teatro), Coimbra (Teatro Académico de Gil Vicente), Covilhã (Quarta Parede), Loulé (Cineteatro Louletano), Nelas (As Casas do Visconde), Colaboração Canto e Encanto